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sábado, 16 de julho de 2016

BILL GATES - NEM TUDO É COMO A GENTE PENSA QUE É


Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra . Chegou de helicóptero , tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos , foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar , agradeceu e foi embora em seu helicóptero , leiam :

1- A vida não é fácil - acostume-se com isso.

2- O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3- Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola . Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4- Se você acha seu professor rude , espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você .

5- Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social . Seus avós têm uma palavra diferente para isso : eles chamam de oportunidade.

6- Se você fracassar não é culpa de seus pais . Então não lamente seus erros , aprenda com eles.

7 - Antes de você nascer , seus pais não eram tão críticos como agora . Eles só ficaram assim por pagar as suas contas , lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridículos" Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais , tente limpar seu próprio quarto.

8- Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores , mas a vida não é assim . Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real . Se pisar na bola , está despedido ......Rua !!! Faça certo da primeira vez!

9- A vida não é dividida em semestres . Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10- Televisão NÃO é vida real . Na vida real , as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11- Seja legal com aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.


Texto extraído das mídias sociais 
Colaboração : João Carlos Voltarelli 
Orientador de Prática Profissional 
Jornal Vanguarda










sábado, 9 de julho de 2016

domingo, 19 de junho de 2016

Quem mexeu no meu queijo ?


 QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO? é uma parábola que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos (queijos) que muitos buscam. O “LABIRINTO”, onde os personagens vivem a história, representa o local onde ocorrem as buscas incessantes pelos seus objetivos. Seja no emprego, na família ou mesmo nos relacionamentos pessoais. É uma analogia ao cotidiano do ser humano, sujeito a mudanças inesperadas. 


O autor utiliza-se de quatro personagens: Os ratos Sniff e Scurry, e os duendes Hem e Haw para retratar as diversas características do ser humano. Seu lado simples e complexo. Em alguns momentos o homem pode agir como Sniff, aquele que percebe rápido as mudanças. Ou então, como Scurry, que sai em atividade, é mais pró-ativo. Ou Hem, um dos duendes, que não aceita as mudanças, resistindo a elas. Ele acredita que algo pior pode acontecer. E finalmente Haw, o outro duende: Adapta-se em tempo a nova realidade e acredita que as mudanças podem levar a algo melhor. 




IDÉIAS INICIAIS 

Os quatro personagens acima descritos vivem um desafio em busca de seus queijos. O queijo, representado no livro como sendo aquilo que se gostaria de ter, é o objetivo principal da busca dos personagens: Emprego, dinheiro, saúde e até um bom relacionamento amoroso. O labirinto representa o lugar onde essa busca acontece. Seja na empresa onde se trabalha, na família ou então na comunidade em que está inserido, onde vive. Cheio de corredores e divisões, o labirinto tem em alguns lugares, queijos deliciosos. Porém em outros, corredores escuros e até becos sem saída. Os personagens viviam correndo atrás de queijo para se alimentarem e ficarem felizes. Aqueles que encontravam o caminho eram premiados com uma vida mais tranqüila. “A vida não é um corredor reto e tranqüilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída”.